O ambiente para os jornalistas e as ameaças à liberdade de imprensa agravaram-se no mundo inteiro no ano passado, segundo revela o relatório da organização Freedom House.
A Coreia do Norte lidera a lista dos piores países para o exercício do jornalismo, seguida de Mianmar (antiga Birmânia).
A lista negra inclui, ainda, Iraque, Cuba, Líbia, Turquemenistão, Uzbequistão, Bielorrússia, Zimbabué e Guiné Equatorial.
Segundo o relatório da Freedom House, a Europa Ocidental é a região do mundo que oferece melhores condições para a liberdade de imprensa e o exercício do jornalismo. Mas são apontados retrocesso nesta matéria a países como Portugal, Malta e Turquia.
No que diz respeito a Portugal, o relatório critica a entrada em vigor do novo Estatuto dos Jornalistas, que dá aos empregadores o direito de reutilização de um trabalho nos 30 dias seguintes à publicação inicial, sem proceder a pagamentos-extra.
A Freedom House analisa no relatório 195 países e territórios, considerando que existe imprensa livre em 72, parcialmente livre em 59 e não livre em 64.
Jornalismo, Media, Comunicação e os meus comentários mais ou menos escabrosos sobre o Mundo!
30.4.08
TV tradicional longe da preferência do público
Ando há muito a dizer isto. Agora, há um estudo que o confirma.
As pessoas são cada vez mais espectadores de conteúdos e vão atrás deles onde estiverem E vêem cada vez mais vídeos no telemóvel.
Veja a notícia do JN aqui.
As pessoas são cada vez mais espectadores de conteúdos e vão atrás deles onde estiverem E vêem cada vez mais vídeos no telemóvel.
Veja a notícia do JN aqui.
BLOGS E VIDEOS: CADA VEZ MAIS ADEPTOS
Os blogs e os vídeos online estão a ganhar cada vez mais a preferência dos internautas em deterimento dos media tradicionais. A conclusão é de um estudo da Universal McCann, designado "Wave 3" e que foi divulgado hoje, mas que não incluiu Portugal.
Foram ouvidos 17 mil utilizadores de internet em 29 países.
Do total, 83 por cento vêem vídeos on-line, o que representa uma subida de 21 por cento comparativamente com os resultados do estudo de 2007.
Os blogs são acompanhados por 78 por cento dos cibernautas e 57 por
cento pertencem a uma rede social.
O número de criadores de blogs já atingiu 184 milhões a nível mundial, com conteúdos concentrados na vida pessoal e família.
A China tornou-se na comunidade com maior número de bloggers - 42 milhões (um valor superior à soma dos Estados Unidos com a Europa)
.
Os "podcasts" são ouvidos por 48 por cento dos utilizadores e 39 por cento consomem "feeds" de notícias em RSS.
No estudo foram incluídos países da América do Norte (Estados Unidos
e Canadá), da América central e do Sul (México e Brasil), da Europa (Alemanha,
Áustria, Dinamarca, Espanha, França, Grécia, Holanda, Hungria, Itália, Polónia,
Rússia, Suíça, Reino Unido, República Checa, Roménia e Turquia) e da Ásia
e Oceânia (Austrália, China, Coreia do Sul, Filipinas, Hong Kong, Índia,
Japão, Paquistão e Taiwan).
Fonte:Lusa
Foram ouvidos 17 mil utilizadores de internet em 29 países.
Do total, 83 por cento vêem vídeos on-line, o que representa uma subida de 21 por cento comparativamente com os resultados do estudo de 2007.
Os blogs são acompanhados por 78 por cento dos cibernautas e 57 por
cento pertencem a uma rede social.
O número de criadores de blogs já atingiu 184 milhões a nível mundial, com conteúdos concentrados na vida pessoal e família.
A China tornou-se na comunidade com maior número de bloggers - 42 milhões (um valor superior à soma dos Estados Unidos com a Europa)
.
Os "podcasts" são ouvidos por 48 por cento dos utilizadores e 39 por cento consomem "feeds" de notícias em RSS.
No estudo foram incluídos países da América do Norte (Estados Unidos
e Canadá), da América central e do Sul (México e Brasil), da Europa (Alemanha,
Áustria, Dinamarca, Espanha, França, Grécia, Holanda, Hungria, Itália, Polónia,
Rússia, Suíça, Reino Unido, República Checa, Roménia e Turquia) e da Ásia
e Oceânia (Austrália, China, Coreia do Sul, Filipinas, Hong Kong, Índia,
Japão, Paquistão e Taiwan).
Fonte:Lusa
12.4.08
Quase milionário
19.3.08
Arthur C. Clark

Science Fiction is something that could happen - but usually you wouldn't want it to.
Fantasy is something that couldn't happen - though often you only wish that it could.
Arthur C. Clarke
1917-2008
- Com ele aprendemos que para encontrarmos os limites do possível, temos de nos aventurar um pouco mais para lá e tocar o impossível!
Redenção
18.3.08
Sócrates habla portunhol!!!
Na reportagem cor-de-rosa que a SIC fez com o Primeiro-Ministro, José Sócrates faz um telefonema ao presidente do governo espanhol e tenta falar Castelhano!
O Expresso pediu a uma tradutora que analisasse a conversa.
Imperdível!!!
== Veja o video no contexto do jornal ==
NOTA: Nunca poderíamos fazer uma análise contrária porque Zapatero não tentaria falar português. Como bom espanhol, quem quiser que o entenda!!!!
O Expresso pediu a uma tradutora que analisasse a conversa.
Imperdível!!!
== Veja o video no contexto do jornal ==
NOTA: Nunca poderíamos fazer uma análise contrária porque Zapatero não tentaria falar português. Como bom espanhol, quem quiser que o entenda!!!!
O óbvio!!!

Ilustrar o título "TEMPORAL NA BOLSA" com uma foto de um temporal meteorológico não me parece a decisão mais feliz.
Além de redundante é forçado e despropositado!
Procurei alguma legenda ou explicação que pudesse justificar esta decisão. Talvez uma ironia do destino que tivesse levado um raio a cair no edifício de uma grande instituição financeira!!! Mas não encontrei.
Quando houver uma manchete "BURACO NAS CONTAS DO BANCO X", será que o jornal vai trazer um orifício?!!!
13.3.08
Imagens disparatadas 2
O post anterior recebeu o seguinte comentário anónimo:
"Não é que concorde com a exibição de imagens que nada estão relacionadas com a notícia em si, mas no caso de não as haver, solução?"
A existência de imagens é um dos critérios noticiosos fundamentais em televisão. Por isso, às vezes, a sua inexistência é argumento suficiente para que a notícia não seja dada.
Todavia, é preciso não ignorar o impacto e as repercussões do assunto que constitui a notícia. Por isso, é normal recorrer a imagens de arquivo relacionadas com o tema ou elaborar um gráfico que dê suporte visual ao texto.
Neste caso concreto, a solução pode ser:
1. não damos a notícia
2. damos a notícia a seco (sem imagens), o que deve ser feito só em último recurso e quando o assunto é tão forte que o justifica
3. damos a notícia com um grafismo de apoio (um mapa, por exemplo)
4. usamos imagens de arquivo da cidade/região/local do crime, preferencialmente relacionadas com o assunto (neste caso, o tribunal, a polícia, etc.)
5. Nunca imagens gratuitas com absoluta incogruência porque são um elemento de ruído na mensagem. Amanhã demite-se o treinador do Marítimo e não vamos mostrar o Parlamento regional só porque a notícia se refere à Madeira. Aliás, seria impensável que uma notícia deste género não mostrasse um excerto de um jogo do clube, o estádio, adeptos, algo que lhe seja relacionado directamente.
Este é um dos casos que demonstra aquilo que sempre digo: a imagem é a grande vantagem em televisão, mas é o maior desafio para o jornalista porque ela não deve ser meramente ilustrativa. Deve contar o mais possível a história. Mas, sozinha, nada vale porque a imagem é polissémica e a interpretação não deve ser deixada ao livre arbítrio do receptor sob pena de descodificação aberrante. A imagem precisa sempre de uma leitura orientada.
"Não é que concorde com a exibição de imagens que nada estão relacionadas com a notícia em si, mas no caso de não as haver, solução?"
A existência de imagens é um dos critérios noticiosos fundamentais em televisão. Por isso, às vezes, a sua inexistência é argumento suficiente para que a notícia não seja dada.
Todavia, é preciso não ignorar o impacto e as repercussões do assunto que constitui a notícia. Por isso, é normal recorrer a imagens de arquivo relacionadas com o tema ou elaborar um gráfico que dê suporte visual ao texto.
Neste caso concreto, a solução pode ser:
1. não damos a notícia
2. damos a notícia a seco (sem imagens), o que deve ser feito só em último recurso e quando o assunto é tão forte que o justifica
3. damos a notícia com um grafismo de apoio (um mapa, por exemplo)
4. usamos imagens de arquivo da cidade/região/local do crime, preferencialmente relacionadas com o assunto (neste caso, o tribunal, a polícia, etc.)
5. Nunca imagens gratuitas com absoluta incogruência porque são um elemento de ruído na mensagem. Amanhã demite-se o treinador do Marítimo e não vamos mostrar o Parlamento regional só porque a notícia se refere à Madeira. Aliás, seria impensável que uma notícia deste género não mostrasse um excerto de um jogo do clube, o estádio, adeptos, algo que lhe seja relacionado directamente.
Este é um dos casos que demonstra aquilo que sempre digo: a imagem é a grande vantagem em televisão, mas é o maior desafio para o jornalista porque ela não deve ser meramente ilustrativa. Deve contar o mais possível a história. Mas, sozinha, nada vale porque a imagem é polissémica e a interpretação não deve ser deixada ao livre arbítrio do receptor sob pena de descodificação aberrante. A imagem precisa sempre de uma leitura orientada.
12.3.08
Imagens disparatadas!!!

Acabo de ver na SIC um Off (notícia dita pelos apresentadores) sobre um crime na Madeira em que um jovem terá assassinado um idoso de 83 anos.
Como não havia imagens específicas sobre o assunto, o recurso foi o óbvio: imagens de arquivo sobre a região autónoma.
Exteriores de ruas e avenidas? Não!
Talvez uma esquadra de polícia... Também não!
Ah! O tribunal, quiçá... Tsss!! Não!
A notícia sobre o crime foi ilustrada com imagens... do PARLAMENTO REGIONAL DA MADEIRA!!! Do interior!! Com deputados!!!
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